Testes de identificação facial em aeroportos detectam mais de 7 mil ilegais nos EUA

Testes de identificação facial em aeroportos detectam mais de 7 mil ilegais nos EUA

Conforme a alfândega, mais de 650 mil pessoas chegaram ao país e permaneceram além do permitido em 2018.

A agência responsável pela ficalização nas fronteiras está testando equipamentos de reconhecimento facial para rastrear as pessoas que entram e não saem dos EUA.

Ano passado, foram instaladas câmeras em 15 aeroportos norte-americanos. Ao todo, os testes envolveram 15 mil voos e foram identificados 7 mil viajantes que estenderam sua permanência além do permitido.

Conforme dados da alfândega, mais de 650 mil pessoas chegaram no país por avião ou navio e permaneceram além do permitido em 2018.

A expectativa da agência é escanear 97% dos passageiros nos próximos quatro anos. O sistema envolverá câmeras instaladas nos portões dos aeroportos. Os passageiros irão tirar uma foto antes de embarcar. Com o cruzamento entre essas imagens e as fotos de visto e passaporte, será possível identificar quem está saindo dos EUA.

Se estiver tudo em ordem, o sistema registra a saída daquela pessoa. Se houver irregularidades, as autoridades da imigração irão verificar os dados. Nos Estados Unidos, quem fica mais tempo do que o permitido em seu visto pode ter sua entrada barrada por até 10 anos. O sistema de reconhecimento facial poderá substituir o atual, que depende dos relatórios enviados pelas companhias aéreas.

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