Morre mais uma criança num centro de detenção de imigrantes

Morre mais uma criança num centro de detenção de imigrantes

Esta é a segunda morte de uma criança num Centro de Detenção de Imigrantes na divisa dos EUA com o México.

DA REDAÇÃO – Foi pouco antes da meia noite que um menino de oito anos foi dado como morto depois de deixar o centro de detenção de imigrantes indocumentados no Novo México.

Segundo informações do Serviço de Vigilância de Fronteiras dos Estados Unidos, o menino da Guatemala, que foi detido pelo CBP, morreu no Centro Médico Regional de Gerald Champion, em Alamogordo, Novo México.

No comunicado, o menino apresentou “sintomas de resfriado” e, depois, “náuseas e vômitos” na segunda-feira 24, véspera de Natal. Os policiais perceberam que o menor estava enfermo e o transferiram para o hospital, acompanhado de seu pai. O menino foi inicialmente diagnosticado com um resfriado comum, mas os médicos perceberam que ele estava com febre acima dos 110ºF e justamente quando se dispunham a lhe dar alta.

“O menino foi mantido em observação durante 90 minutos e depois teve alta do hospital no meio da tarde de 24 de dezembro, com uma prescrição de amoxicilina e de ibuprofeno”, informaram as autoridades, referindo-se a um antibiótico e a um anti-inflamatório usado para combater dores, febre e inflamações.

Agente de fronteira. (Reprodução)

À noite, o menino começou a ter náuseas e vômitos. Novamente foi transferido ao centro médico, onde não resistiu aos sintomas e morreu às 11:48pm da noite do dia 24.

A agencia de segurança das fronteiras está solicitando uma avaliação do estado de saude de todos os detentos, com especial atenção às crianças que tem menos de 10 anos de idade.

As mortes das duas crianças se dão em um momento em que o preisdente Donald Trump, insiste em obter a autorizacão do Congresso americano a recursos orçamentários extras para a construção de um muro na fronteira com o México. Ele pede 5 bilhões de dólares. O governo segue fechado com prestação de serviços públicos precarizada pela tal decisão.

Em Tijuana, no México, cerca de 6.000 imigrantes da América Central esperam ingressar nos Estados Unidos como refugiados. Em caravanas, eles fugiram da violência e da falta de recursos e oportunidades em Honduras, Guatemala e El Salvador.

Redação
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