Crime de ódio: 11 pessoas são assassinadas em novo tiroteio em Pittsburgh

Crime de ódio: 11 pessoas são assassinadas em novo tiroteio em Pittsburgh
Sinagoga que foi cenário de mais um tiroteio nos EUAReprodução Internet

Robert Bowers foi preso e, segundo as emissoras locais, ele entrou na sinagoga gritando palavras contra os judeus.

DA REDAÇÃO – Onze vidas foram abruptamente encerradas no último sábado (27) quando um homem armado entrou na sinagoga “Tree of Life”, no histórico bairro de Squirrel Hill em Pittsburgh.

No domingo, Karl Williams, chefe da equipe médica divulgou o nome das vítimas. Entre elas estão dois irmãos e um casal. Homens e mulheres entre 97 e 54 anos estavam numa cerimônia dentro da sinagoga.

“Às famílias das vítimas, aos amigos, nós estamos aqui como comunidade e como um só por vocês!”, disse o prefeito de Pittsburgh Bill Peduto em coletiva de imprensa. “Nós vamos permanecer aqui para ajudá-los nesse momento horrível, nesse episódio terrível da nossa história. Nós vamos passar esse momento da história de Pittsburgh trabalhando juntos!”, finalizou.

O atirador Robert Bowers.

O homem responsável pela chacina é Robert Bowers, que também foi baleado pela polícia e está se recuperando em um hospital. Ele é acusado do crime e deve ser ouvido por um juiz na semana que vem.

Cecil Rosenthal, 59, e David Rosenthal, 54, ambos de Squirrel Hill, eram irmãos. Sylvan Simon, 86, and Bernice Simon, 84,  moradores de Wilkinsburg, eram marido e mulher.

A vitima mais jovem é David Rosenthal, de 54 anos. Rose Mallinger, de 97, é a mais idosa.

A lista de vítimas segue:

Joyce Fienberg, 75, de Oakland, cidade de Pittsburgh;

Richard Gottfried, 65, de Ross Township;

Jerry Rabinowitz, 66, de Edgewood Borough;

Daniel Stein, 71, de Squirrel Hill;

Melvin Wax, 86, de Squirrel Hill;

Irving Younger, 69, de Mt. Washington.

Williams disse durante a coletiva de imprensa que todos familiares das vitimas foram notificados estão em choque e “em luto”. Myron Snider, um amigo de uma das vitimas, disse à Associated Press que o contador aposentado Melvin Wax, era uma “pessoa querida, querida demais”.

Ele seria o pilar da congregação, de acordo com a reportagem da AP.

“Ele vem sexta-feira à noite, sábado e domingo, quando tem as cerimonias de domingo”, disse Snider. “Se alguém não pudesse comparecer, ele era a pessoa que liderava os serviços, ele podia fazer isso e fazer qualquer outra coisa. Ele sabia de todo o funcionamento da sinagoga. Ele era realmente uma pessoa carinhosa e acessível”, disse.

Paulo Sergio
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