9/11: 17 anos depois

9/11: 17 anos depois

NOVA YORK – Dezessete anos que o mundo não é mais o mesmo. Dezessete anos que os Estados Unidos foi atacado e trouxe a intolerância como linha de frente na vida de muitos americanos.

O “ground zero”, local onde estavam as torres gêmeas do World Trade Center, é um dos lugares mais visitados dos Estados Unidos. É um local que mistura paz e também assombro e desespero.

Quase três mil pessoas morreram em quatro ataques coordenados por membros da Al Qaeda. Outras seis mil pessoas ficaram feridas e tantas outras sofreram as reações ao ataque.

É impossível imaginar do que o homem é capaz. É impossível imaginar que humanos estão aí pelo poder e na intenção irracional de destruir o outro pelo poder. 

Pensar que o 11 de setembro, que hoje completa 17 anos, foi a vitoria da irracionalidade sobre a humanidade. 

A história você já conhece. Era 11 de setembro de 2001, por volta das 8 da manhã o mundo começou a mudar.

As 8:46 da manhã, um primeiro avião bateu em uma das torres. Um único registro do acontecido, feito por um grupamento do Corpo de Bombeiros que estava nas ruas de Manhattam fazendo um treinamento, é possível de ser visto. 

Logo depois, um segundo avião atingiu a torre sul. Agora, as televisões do mundo já estavam com o olhar para um dos mais lindos cartões postais do mundo. E depois veio a queda… 

O 911, como se chama por aqui, serviu para transformar a forma como milhões de pessoas visitam os Estados Unidos e mais, como outros tantos milhares se prepararam para morar por aqui. 

Faz parte da história, é tão importante quanto a independência americana. 

Estar nesse lugar nos faz pensar… na paz… nos homens… na vida… mostra como tudo é tão pequeno e ao menos tempo somos tão grandes quando realizamos… quando ajudamos ao próximo. Quando damos às mãos. 

Foram mais de 10 bilhões de dólares em prejuízo para o governo americano, para a cidade de Nova York… mas nada perto da destruição de famílias que hoje visitam este que é um túmulo a céu aberto, onde as pessoas vem para honrar os verdadeiros heróis americanos. 

Entre esses quase 3 mil mortos, estão quatro brasileiros: Ivan Kyrillos Barbosa, Anne Marie Sallerin, Sandra Fajardo Smith e Nilton Fernão Cunha.

O GBA esteve esse ano no local da tragédia. Nesse dia 11 de setembro de 2018, prestamos a nossa homenagem.

Paulo Sergio
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